Hoje, aqui em São Paulo, é homenageada a Revolução Constitucionalista de 1932, que foi uma tentativa de se insurgir contra o então presidente Getúlio Vargas, e promulgar uma nova Constituição. Bom, a revolução fracassou, o Brasil continuou sendo governado por medíocres, mas o que interessa é que é feriado. Para quem não vai viajar, nessa semana tem alguns títulos novos que chegaram às videolocadoras.
O primeiro título é a aventura eletrizante "Coração de tinta", que conta com Brendan Fraser em seu elenco. Num estilo modernizado de "A história sem fim", a trama e os efeitos visuais são muito agradáveis, sendo uma ótima pedida para um programa em família. Já para os adolescentes saiu a divertida comédia "Os delírios de consumo de Becky Bloom" do diretor P.J.Hogan. Não é uma história muito original, mas vale a pena pelas boas piadas e a leveza com que o assunto consumismo é tratado.
Para os mais velhos saiu "Cadillac Records" (que sequer foi exibido nos cinemas). Com um enredo biográfico contando o início da carreira do pai do Rock'n'Roll Chuck Berry e da mais bela voz do Jazz americano Etta James, o filme pode ser comparado a outros títulos como "Ray" e "Johnny e June". No elenco o ganhador do Oscar Adrien Brody e a cantora Pop Beyoncé Knowles.
O grande fiasco da semana é o filme "O casamento de Rachel". Anne Hataway inclusive foi indicada ao Oscar por esta atuação, mas o filme não empolga e em certos momentos tem diálogos sem nenhum nexo com a realidade. O fim do filme é mais arrastado que o vídeo de casamento de um parente distante.
Também não recomendo o drama melado "Por amor", com Michelle Pfeiffer e Ashton Kutcher, pelo tema depressivo e sem perspectiva. Assim como não indico a comédia "Segurança de Shopping" com o ator Kevin James (do filme "Hitch"e da série "The king of Queens"), por ser um pastelão, com muitas piadas previsíveis sobre o mesmo tema (um gordinho atrapalhado que cai toda hora).
Terminando, o pior de todos. Apesar do gênero de filmes tirados de quadrinhos sempre ser uma ótima diversão, o filme "The Spirit", cuja direção é do próprio cartunista Frank Miller, é a pior adaptação para telona de um gibi. É uma comédia "noir" de ação que peca pela falta de senso do ridículo. Em suma é péssimo.
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