7 de agosto de 2009

Morre um ídolo

Ontem, morreu um dos meus maiores ídolos da adolescência, o roteirista e diretor John Hughes. Para quem não reconhece o nome, a única coisa que eu posso dizer é que com certeza você já perdeu várias horas de sessão da tarde apreciando suas obras.

Hughes não somente dirigiu como é o roteirista dos melhores filmes adolescentes da década de 80, como "Curtindo a vida adoidado", "Gatinhas e gatões", "Clube dos cinco" e "Mulher Nota 1000". Isso mesmo, ele é o verdadeiro pai de Ferris Bueller, deixou de castigo Emilio Estevez e criou em seu computador a lindíssima Kelly LeBrock.

A maioria dos filmes de Hughes contava com a participação de duas figurinhas carimbadas da comédia teen da época: A ruivinha melosa Molly Ringwald e o loirinho aguado Anthony Michael Hall.

Como diretor trabalhou apenas até a década de 90, mas seus filmes são atemporais e, até hoje, tiram risos de qualquer tipo de plateia. Citando outros títulos temos: "A malandrinha", "De volta para casa", "Ela vai ter um bebê", "Quem vê cara, não vê coração", "Antes só do que mal acompanhado" e "Ninguém segura esse bebê".

Cite-se que como roteirista seu grande sucesso foi "Esqueceram de mim" e, apesar de ter escrito poucos filmes nos últimos tempos, uma das melhores comédias românticas dessa década saiu da ponta da caneta de Hughes (Encontro de amor).

Agora que ele foi devidamente apresentado, sei que todos estão com o coração um pouquinho triste. mas tenho certeza que ídolos não morrem, porque ele continuará vivo em cada risada que sair quando alguém assistir uma estripulia de Macaulay Culkin ou vendo uma armação de Matthew Broderick na tela da tevê.

2 comentários:

Anônimo disse...

mesmo sabendo que foi você que escreveu eu ainda tive esperança de ler algo do michael jackson

Natália Heidrich* disse...

hahha essa do lucas foi ótima!